Guarda Municipal
por Jadyr Esteves de Oliveira - Cmt da Guarda Municipal de ValençaPara dar visibilidade à comemoração do dia Nacional do Guarda Municipal, ocorrida no dia 10 de outubro, convidei o jornal “Local”.
O evento, um almoço, estava marcado para as 13 horas, mas solicitei aos guardas que comparecessem às 12 horas.
Queria antes fazer uma reunião. O representante do jornal chegou nessa ocasião. Na reunião, coloquei que pessoas que trabalham no primeiro escalão do governo (referia-me a pessoas que trabalham em secretarias de dentro da prefeitura) estariam dizendo que a guarda vive num regime militar. Como essas pessoas não vivem o cotidiano da guarda, alguém de dentro da G.M. estava alimentando esses boatos. Lembro que a cerca de um mês, tive que defender-me junto ao jurídico de acusação sobre esse assunto.
Visando acabar com isso, coloquei meu cargo à disposição deles (G.M’s), para numa votação, decidirem, se a G.M. vivia numa ditadura militar ou não, se queriam que eu continuasse no cargo ou não.
Na explanação que fiz a seguir, coloquei que a G.M. não trabalharia no trânsito neste ano, somente em 2012. Isso foi-me passado por meu chefe, srº Pedro Graça, no dia anterior.
De fato, coloquei que setores da prefeitura desconhecem ou ignoram os serviços prestados pela G.M.. Citei os trabalhos realizados em Conservatória, Santa Isabel, Juparanã, Pedro Carlos, na feira, nos serviços diários, no carnaval e até em uma lixeira e nada disso é divulgado.
Em momento algum citei Poder Público ou Governo. Relembro que meses atrás, agradeci ao senhor prefeito os investimentos na G.M. referentes a uniformes, coturnos, rádios, etc..., em matéria no próprio jornal “Local”.
Quanto à colocação do jornal de que trânsito não é função da unidade, quero ressaltar, que desde que assumi a G.M. esta tem sido minha batalha.
Tenho articulado intensamente para que a G.M. entre no trânsito. Falei que a não atribuição no trânsito nos levaria somente a participar na “Promoção e Projetos de Educação no Trânsito” como estabelece o Estatuto da G.M. .
Quanto às colocações dos guardas não identificados, só tomei conhecimento através da reportagem, não tinha conhecimento dos fatos. Mas tenho certeza absoluta que referiam-se a anos anteriores, pois agora somos tratados de forma diferenciada em Conservatória. Com certeza referiam-se a tempos passados.
Quero dizer que, em momento algum, tive a intenção de macular a imagem do Governo que confiou em mim e me colocou à frente da Guarda Municipal de Valença. Me julgo integro, honesto e principalmente disciplinado.
Quanto ao titulo da matéria e a dramaticidade do 1º parágrafo e outras frases da reportagem ficam por conta do articulista.
