A chegada da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) ainda não conseguiu resolver problema crônico do município: o precário abastecimento de várias comunidades, em especial, as mais afastadas. A situação se complica com a chegada do verão, quando o consumo se intensifica e desnuda a estrutura incapaz de suprir uma cidade de grandes extensões geográficas e muito desperdício. Enquanto isso, moradores de localidades como Osório e bairro de Fátima são assombrados constantemente pela escassez, devido à irregularidade do fornecimento. A estatal, por sua vez, minimiza: o problema é menor hoje!
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