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E. C. Barroso Em resposta ao Jornal Local

A entidade campeã do centenário de Valença, fundada em 1937, vem a este veículo de comunicação responder as acusações maldosas e mentirosas do Ex. Conselheiro Sr. Paulo Sergio Menezes.
Em primeiro lugar, o reclamante demonstra claramente não ter conhecimento nenhum do estatuto do clube. Ele deveria dizer em qual artigo do estatuto determina que tem que haver quórum em caso de chapa única em pleito de eleição. Sem dizer o fato que passou a maior parte do seu mandato como conselheiro fora da cidade a trabalho, sem ter encaminhado qualquer comunicação ao clube informando seu afastamento, no estatuto determina que haja devida comunicação.
E preciso saber se ele tem condições de provar que a diretoria atual nunca prestou conta das receitas do mesmo? E o novo conselho do clube irá se reunir extraordinariamente para decidir em levar tais acusações para as vias judiciais.
Em juízo, terá que ser comprovado como consta nas acusações do ex-conselheiro o nome do funcionário da Prefeitura Municipal que cedeu informações restritas apenas ao presidente executivo sobre assunto secreto como dívida ativa.
Já estamos encaminhando para o Prefeito Municipal, um ofício em caráter extraordinário para uma audiência para apurar tal vazamento de informação restrita.
O Edital de Convocação da eleição do dia 18/04/2011 do item nove em diante, fala sobre o local, os dias e os horários que os interessados em apresentar chapas deveriam fazê-lo. Acreditamos que o reclamante tenha problemas oftalmológicos, para afirmar nas suas acusações ridículas que no edital não constava o local, o dia e os horários para o registro de chapas.
Dos 58 sócios recadastrados, pelo menos 20% são membros de oposição, o que mais uma vez contradiz o Sr. Paulo ao afirmar que todos os recadastrados são chegados do até então atual presidente.
Apresentaram um ofício mal redigido, como nomes de onze sócios proprietários, destes quatro recadastrados, sem documento de identificação e com a maioria das assinaturas inelegíveis, às 16h:37min, véspera do término do prazo para registro de chapas. Intenção clara que queriam ganhar tempo para tentar compor uma chapa, porque até aquele momento a grande verdade é que eles não tinham membros suficientes.
O recadastramento foi feito a mais de um ano atrás e não recentemente como menciona o Sr. Paulo, e ficou aberto por dois meses com faixa exposta 24h por dia em frente a sede do clube, além de todos os sócios encontrados para o comunicado terem assinado um livro comprovando a ciência do recadastramento, inclusive alguns sócios que assinaram o referido ofício tendo suas assinaturas no citado livro.
O objetivo do recadastramento é de atualizar o quadro social além de regularizá-lo evitando, por exemplo, que aconteça como na última eleição, a chapa da oposição foi apresentada por um sócio que inclusive assinou o referido ofício encaminhado pela oposição, como nome e assinatura de um sócio proprietário que já estava falecido a mais de dez anos.
Democracia é uma palavra muito bonita, mas precisa ser utilizada na prática, assim como ditadura, quer maior ato ditatorial do que se recusar em ir recadastrar o título e querer peitar para participar de uma eleição?
O E. C. Barroso deixa claro ao Jornal Local e a todos os leitores, que todos os documentos como relatórios de prestação de contas, recibos e carnês de IPTU, assim como todos os livros de atas contendo as devidas assinaturas que tornam reais, oficiais e legítimos tais documentos, estão nas mãos de três advogados para que então seja feita uma representação na justiça, com objetivo de que todas as acusações feitas contra o clube sejam provadas em juízo.
A história do E. C. Barroso é bonita, mas o presidente Orlando dos Santos Filho fez parte dela como jogador, treinador, diretor, presidente do Conselho, presidente do Conselho Fiscal, presidente do Executivo por mais de dez mandatos e é o presidente de Honra do clube, com feitos importantíssimos: aumento da sede social, construção de quatro casas que pertencem ao clube e geram renda ao mesmo, construção do muro do campo, foi quem gramou o campo esportivo, e doou mais de sessenta anos de sua vida para a colaboração do crescimento do E. C. Barroso.
Desafio o Jornal Local a solicitar a essas pessoas que se manifestam nesse momento contra as eleições de 2011, a contarem na íntegra 10% da história do clube. Não saberão nem quando foi fundado, porque colocaram na edição de semana passada do Jornal Local que o clube foi fundado em 1936 quando na realidade foi fundado em 1937.

Esclarecimento
O Jornal Local informa à direção e sócios do E. C. Barroso que a matéria publicada na edição 234, foi divida em duas partes: a primeira parte trata-se da entrevista do Sr. Paulo Sergio Menezes; a segunda, foi um apanhado histórico produzido pelo desportista e pesquisador Joel Pereira em homenagem a esta agremiação. Joel, de sua parte, confirma o erro com relação à data de fundação do clube e pede desculpas aos sócios.