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É tempo de seca, é tempo de queimadas

por Sandro Barra
Fumaça e tempo seco: saúde da população em risco (Foto: Sandro Barra)
Para quem vive principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, sabe que, durante o inverno, todos os anos, é a mesma coisa: o tempo fica seco e as queimadas reinam na paisagem. Em alguns anos mais brandos, em outros mais frequentes. Mas por que ocorrem tantas queimadas? São todas feitas pelo homem? Por que algumas parecem começar “do nada”?
Cabe ao homem, que causa a maior parte dos incêndios nessa época, colocar a mão na consciência e só atear fogo no pasto quando for estritamente necessário e cuidar para que ele não se alastre, fazendo um manejo eficiente do fogo. Além de deixar o clima mais seco do que o normal, aumentando os índices de doenças, como as respiratórias, as queimadas colocam em risco toda a vida dessa região de cerrado. As plantas que não forem resistentes aos incêndios, irão morrer, assim como os animais que vivem no local, que fugirão amedrontados ou, infelizmente, ficarão queimados.
A reportagem do Jornal Local registrou, na tarde da quarta-feira (8), um incêndio em um morro do bairro Santa Cruz e que a ação do vento ajudava-o a queimar mais ainda tudo o que via pela frente. Uma grande cortina de fumaça se formava próxima às casas e os moradores começaram a ficar preocupados das chamas atingirem suas residências e serem prejudicadas. O que foi apurado no bairro pela reportagem é que o fogo, com certeza, deve ter sido colocado pelo homem, em renovação ao capim, principalmente no inverno, quando o pasto fica seco e duro, com poucos nutrientes para o gado. Continue lendo no Jornal Local.