O lixão vai acabar?
Pesadelo de Quirino pode estar no fim. Mas há outros problemas a resolver
por Diego Lobão e Sandro Barra
O presidente da associação de moradores, Luiz Carlos Alves Jerônimo, conhecido como Lebre, contou que o lixão não está sendo aterrado e, por causa disso, há infestação de mosquitos na comunidade. “No Natal, a gente fica até com vergonha de receber os parentes: é mosquitada para todo lado. Churrasco, nem pensar: aglomeram vários na carne”. Jerônimo disse ainda que várias pessoas dependem do lixão para sobreviver. “Rapaz, antes de aparecer essas indústrias, ficavam mais de quarenta pessoas no aterro. Em vinte minutos, pegávamos todos os materiais de valor do caminhão que chegava”. Continue lendo no Jornal Local.
