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O que o povo pensa e qual será o destino da Carceragem?

por Giovanni Nogueira
Segundo o secretário de Serviços Públicos, Pedro Graça, o prédio onde funcionava a Polinter, unidade Valença, será brevemente sede da Guarda Municipal. A assessoria de comunicação informou ainda que o prédio abrigará também segmentos relacionados ao trânsito, como o Departamento de Trânsito, a Central do Estacionamento Rotativo e do Controle de Depósito Público, a serem instalados futuramente.
Entre os dias 7 e 11 de outubro, no centro da cidade, o Jornal Local realizou enquete sobre o que as pessoas acham sobre a decisão da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária.
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“Foi a melhor coisa que aconteceu. Vinham os parentes e ficavam rodando por aí perdidos. Quando o padre Medoro fez isso não sei o que ele pensou, pois a maioria deles é de fora”. Cosme Damião da Silva, 52 taxista.
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“Para mim é indiferente. O que a justiça determina é o que deve ser cumprido. As famílias é que ficam mais necessitadas para as visitas”. Fernando Vasconcellos, 76, Ciclista.
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“Isso é um problema do Estado. Era um barril de pólvora. Imagina?! Fazer depósito de preso aqui atrás da Catedral. Não sei que mentalidade foi essa do padre Medoro. Falando de “irmãozinho”... o cara estupra, esmaga a cabeça da criança e fala que é irmãozinho? Só se for dele, porque meu, não é não”. Carlos Alberto Ribeiro Carvalho, 57, taxista.
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“Sou contra a Polinter. Era no coração da cidade. Achei muito complicado a instalação dela ali. Fiquei muito feliz quando falaram que iriam fazer um centro cultural ali, mas... Sou moradora da região e sempre fui contra. Havia muita gente estranha nas visitas”. Regina Silva 66, professora aposentada.

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“Depende da gravidade da situação. Tens uns que não são tão bandidos. Você não deve achar que todo mundo é “bandidão”. Como é que o cara vai descer pro Rio de Janeiro, se roubou só um quilo arroz?”. Marco Antônio de Medeiros Hipólito, 38 anos, Vendedor.
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