Podas no Jardim de Cima: necessidade ou crime?
Serviço causa polêmica e próximo destino é o “Jardim de Baixo”
por Giovanni Nogueira
Procuramos levantar estas questões e segundo Carlos Xisto, responsável pelo trabalho, a comunidade pode ficar tranquila. “Antes de realizar qualquer operação, tiramos fotos e analisamos os processos, entre outros cuidados. A ideia principal é retirar galhos finos que estão caindo, limpar pragas e cortar árvores que estão condenadas. Lógico, que sempre esperamos que a mesma possa ser recuperada. Se pudermos salvar é poda, se não, é corte”, explicou Xisto, mostrando os casos específicos de cada árvore e os procedimentos utilizados. Sobre as madeiras cortadas, diz que não tem valor nenhum. “Dou para moradores, funcionários ou levo para a reciclagem depois de Chacrinha, não tem utilidade. Levo também para o Rogério da caldeira, ou para o Dimas perto do matadouro... para quem precisa e vai utilizar de forma útil. É menos um problema”. Continue lendo no Jornal Local.
