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Podas no Jardim de Cima: necessidade ou crime?

Serviço causa polêmica e próximo destino é o “Jardim de Baixo”

por Giovanni Nogueira
“Limpeza deve ser feita antes da primavera”, diz Xisto (Foto: Natália Braga / Estagiária JL)
Muitas reclamações da comunidade na última semana com relação à poda feita na Praça Visconde do Rio Preto, o popular Jardim de Cima. Aliás, sempre quando esta ocorre, gera muita polêmica. Indignadas, muitas pessoas se revoltam, querem protestar, saber o que foi feito, como foi feito e saber informações sobre o serviço.
Procuramos levantar estas questões e segundo Carlos Xisto, responsável pelo trabalho, a comunidade pode ficar tranquila. “Antes de realizar qualquer operação, tiramos fotos e analisamos os processos, entre outros cuidados. A ideia principal é retirar galhos finos que estão caindo, limpar pragas e cortar árvores que estão condenadas. Lógico, que sempre esperamos que a mesma possa ser recuperada. Se pudermos salvar é poda, se não, é corte”, explicou Xisto, mostrando os casos específicos de cada árvore e os procedimentos utilizados. Sobre as madeiras cortadas, diz que não tem valor nenhum. “Dou para moradores, funcionários ou levo para a reciclagem depois de Chacrinha, não tem utilidade. Levo também para o Rogério da caldeira, ou para o Dimas perto do matadouro... para quem precisa e vai utilizar de forma útil. É menos um problema”. Continue lendo no Jornal Local.