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Preocupação e receio entre taxistas

Violência faz Polícia Militar criar cartilha informativa

por Giovanni Nogueira
Sistema de alerta instalado no “bigorrilho” pode ser um grande aliado no combate à violência (Foto: Giovanni Nogueira)
Entre os vinte e oito itens presentes na mesma, que foca medidas que possam dificultar ou impedir que o taxi seja furtado ou roubado, bem como manter a integridade física, destacam-se os pontos em que é recomendado que o taxista não estacione seu carro em locais mal iluminados ou em ruas desertas, nunca deixar as chaves com guardadores ou manobristas - devido à facilidade de cópia. Não deixar documentos em porta-luvas ou lugares de facilidade de acesso, não ostentar sinais de riqueza como cordões de ouro, equipamentos e acessórios incrementados, bem como evitar corridas noturnas e suspeitas, em locais que apresentem áreas de sombra para telefonia celular, sendo seguro avisar outros taxistas, além de recomendações básicas como utilizar trancas e alarmes.
Para um taxista que preferiu não se identificar, a iniciativa da polícia é extremamente válida e pode auxiliar taxistas que não se preocupavam com alguns detalhes de segurança. Ele também considera importante a presença de viaturas nas entradas principais da cidade. Já outro, de 48 anos, que está há quinze na profissão, e também quis manter seu anonimato, a reunião foi bem sucedida e a classe compareceu em peso. “Recebemos a cartilha e fomos informados. Mas acho que um sistema colocado no “bigorrilho” (letreiro luminoso presente na capota dos veículos que prestam serviço de TAXI) fazendo-o piscar em sinal de alerta no caso do motorista se sentir ameaçado, seria uma boa saída. Assim, outros poderiam acionar a polícia ao verem o “bigorrilho” em sinal de alerta”, diz o experiente taxista Continue lendo no Jornal Local.