Quebra-molas: legalidade e necessidade
por Paulo Henrique Nobre
Para o capitão Rodrigo Tjäder, comandante da 3ª Cia da Polícia Militar, a resposta é não. Segundo o policial, Valença aplica mal o aparelho, não respeitando os critérios permitidos no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e demais resoluções do Contran, tanto quanto à sua colocação, quanto como à forma como devem ser construídos. Para o comandante, trata-se de erros que vem, há mais de dez anos, e que não acontecem apenas em Valença: são comuns em várias cidades. Segundo ele, quem normatiza a colocação e o tipo de quebra mola (também conhecido como lombada) é a Resolução 39/1998 do Denatran (Departamento Nacional do Trânsito). E em grande parte dos casos, o uso dos redutores é irregular. Continue lendo no Jornal Local.
