Santa Casa: fechado contrato para usina de oxigênio
por PHN
A notícia foi repassada pelo próprio provedor da Santa Casa, o advogado Paulo Bittencourt, que recebeu a visita de dois técnicos da empresa, David Lessa Chaves e Ronaldo Nunes, para a assinatura do contrato. A usina tem um custo total para a entidade de R$ 287 mil. David explicou que o oxigênio se encontra no ar numa proporção de 21%. O que a usina faz é extrair esse oxigênio e transformá-lo a 93%, acima do grau que a legislação vigente exige, que é de 92%. “A máquina é fabricada no Brasil, em Curitiba (PR). Nossa indústria tem quatorze anos de existência e já colocamos usinas no Brasil inteiro”, informou ele, lembrando que grande parte dos clientes são as santas casas, como a de Valença, que possuem usinas há mais de dez anos, sem nenhum problema.
David ressaltou que a máquina permite uma redução drástica no custo do oxigênio, além de oferecer produção de ar comprimido medicinal e o abastecimento de garrafas de oxigênio para colocar em ambulâncias e postos de saúde, entre outros benefícios. A usina precisa, basicamente, de energia elétrica para funcionar, com a troca periódica de alguns insumos (filtros, óleo, etc.). “Para se manter a produção de oxigênio constante, você gasta dois quilowatts de energia elétrica por metro cúbico de oxigênio gerado. Fazendo um cálculo rápido, aqui na Santa Casa se gasta, mais ou menos, entre três e quatro mil metros cúbicos de oxigênio/mês. Vai gastar de energia elétrica para gerar isso aí uns seis mil quilowatts, em torno de R$ 1,8 mil por mês”. David ressaltou que o custo com a energia elétrica vai representar cerca de 10% do que se gasta agora, comprando o oxigênio. Continue lendo no Jornal Local.
