Vandalismo sem fim
Sociedade perde com pichações marginais desnecessárias
por Giovanni Nogueira
Epidemia nos anos 80, a pichação saiu um pouco de foco nos anos 90, quando apareceu o “grafite”, arte realizada em locais onde há permissão prévia. Agora, a pichação está mais presente nas grandes capitais, mas ainda existe em menor escala em cidades menores.
Segundo o guarda municipal William Antunes Monteiro, há três anos no cargo, o ato é de puro vandalismo e não há como pegar em flagrante, pois é executado de forma escondida. “Degrada o patrimônio público. Se a gente vê, a gente pode coibir, mas o problema é que fazem escondido. Sem falar que é uma forma de pichação e pichação é crime. Na maioria das vezes são os próprios alunos munidos de corretivo líquido”. E sugere que “deveria ser feita uma reeducação dentro de cada escola”. Continue lendo no Jornal Local.
