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Esporte e Juventude – Parte 3

Os benefícios, as opções e as diferentes realidades no município

por Giovanni Nogueira
Heitor que já participou de competição na capital, fez pista virtual e espera dias melhores para o esporte, como a finalização da pista na praça do Teatro Rosinha de Valença (Foto: Arquivo pessoal)
Nas partes um e dois desta série, o Jornal Local falou sobre alguns trabalhos voluntários nas áreas do futsal, futebol de campo, das meninas que jogam futebol, das artes marciais, do basquete. Relatou, ainda, a realidade da Liga Valenciana de Desportos e do governo municipal. Hoje, o assunto é sobre alguns esportes radicais praticados em Valença com a turma do skate e os jovens campeões nas “bikes”.
Segundo um dos pioneiros, “Paulo Skatista”, o esporte ganhou mais reconhecimento. “Minha turma que andou mesmo! Tínhamos o skate na veia. Nos reuníamos na casa de um que tinha videocassete, e, a muito custo, conseguíamos uma fita VHS para ver as manobras e tentar começar. Não tinha Tony Hawks ou Mineirinho”, diz ele, afirmando que sua turma começou a levar o skate para a escola. “A gente tomava muita dura da polícia. Éramos marginalizados. O problema maior é o barulho, né? Uma vez, um policial sacou o revólver pra mim, porque estava andando muito depressa no trânsito e um amigo teve seu skate levado para o Detran”, diverte-se. “Naquela época, muita gente passou a andar junto. Eu, Mô, Átila, Leite, o Gustavo Topeira, o Macleide... além dos pingados que apareciam com seu “carrinho” [skate]”, diz ele, pensando em voltar a andar de pranchão (skate maior) e reunir uma galera. Continue lendo no Jornal Local.