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EU VI & OUVI

Chueck FC

por Joel Pereira
Eu Vi e Ouvi (Foto: Arquivo pessoal)
Meus leitores, pretendo produzir nesta edição uma história, que faz parte dos melhores momentos que presenciamos em nossa cidade. Isto lá pelas décadas de 1980, quando as indústrias de nossa cidade eram alavancas econômicas valencianas. Eram as nossas indústrias fenomenais, as quais participavam nas áreas esportivas de Torneios Industriais promovidos pela Liga Valenciana de Desportos e Sindicato das Indústrias Têxteis de Valença.
As empresas eram a Industrial 1 e 2, Santa Rosa, Cia. Progresso, Fábricas Unidas de Tecidos, Rendas e Bordados. Cada qual com a sua peculiaridade, pois à frente de muitas delas estiveram grandes e eternos homens que, no anonimato, procuravam levar aos trabalhadores de suas firmas novos horizontes de lazer. A Fábrica de Rendas! À frente como gerente, senhor Kurt Wohlrab, concede aos idealizadores, Naylor Monteiro, Gutinho e Ruy Magalhães, lançar o Departamento de Esportes com o nome de Clube Esportivo Unidas, o CEU, onde promoviam atividades esportivas e sociais entre os associados empregados da empresa. A Santa Rosa vinha no mesmo patamar: à frente, Adilson Pereira dos Santos, Ney Schocair, senhor Helio, Dr. Epaminondas e Manuel Português, entre outros, que faziam acontecer também nos Departamentos Esportivos e Sociais.
A Industrial tendo à frente o gerente, senhor Celso Gomes Graciosa. Tendo como precursores os desportistas, como Joaquim, Tião e Osvaldo Lagarto. E a nossa grande Cia. Chueck, personagem desta edição. Relatar a história é uma dádiva, pois também como os outros, sempre encontraram o apoio substancial dos comandantes maiores, os gerentes das Empresas. Nessa época era Gerente, o senhor Pedro Marques, que não media esforços em ajudar. E a Chueck FC de então, com sua Diretoria composta do presidente Waldir Neves, do Vice Denis Ávila, do Tesoureiro Francisco, e dos diretores Alfredo, Waldir Biquinha e Luizinho Corcel, entre outros.
Esta diretoria fez acontecer ao logo de seu mandato diversos acontecimentos relevantes, sendo talvez a maior das ideias os Campeonatos Internos, do qual participavam os setores de Oficina, Escritório, Manutenção, Produção, enfim, era a oportunidade para o grande encontro entre associados, jogadores e os demais. Cada um torcendo para o seu lado. O título apenas servia como bate-papo informal, seja ela dentro na área de trabalho como fora, mas prevalecia a gozação que só o esporte é capaz de produzir.
E nesta semana, homenageando a todos, seja anterior ou mesmo os posteriores, que através dos tempos fizeram as suas histórias, vamos a uma bela escalação de uma das equipes que participaram destas grandes festas dos Torneios Internos: em pé, da esquerda para a direita, Rogério, Adão, Orestes, Bororó, Américo e Ataíde; agachados, Dorivaldo, Marcos, Miranda, Ninil e Denis.