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Zezé

Conheça MEU CRAQUE

por Joel Pereira
Zezé (Foto: Joel Pereira)
Sem dúvida alguma, desde que milito no Futebol, sempre quis demonstrar minha atenção a três posições em que um time de futebol fez parte de minha vida esportiva. Ou seja, primeiro: sempre admirei os Goleiros, que defenderam seus times; segundo, as duplas de meio de campo; e, terceiro, os matadores, os centroavantes. Digo isto, pois é de sabedoria de todos que para se ter um bom time, começa-se por um bom Goleiro e a espinha dorsal é o bom central, um meio campo e o matador.
Dito isto, vamos ao personagem desta semana, pois trata-se de um goleiro. Seu nome: José da Silva, o popular vascaíno Zezé. Filho de Theodoro Jacinto da Silva e de dona Julia Francisca do Couto. Sua esposa, dona Maria José Costa e Silva, sendo os filhos Danilo e Dilcéia. Nasceu em 28 de dezembro de 1938. Inicia sua carreira no seu time de coração, o SC Barroso. Passou pelo EC Santa Rosa e Social Olímpico Ferroviário. Goleiro tranquilo, sempre atento às jogadas, levando aos seus companheiros os gritos de como se colocar e defender ante os adversários, sempre pontual, determinado. Não tinha esta de ser escalado, tanto nos Aspirantes, como no Principal, lá estava ele, com o mesmo fervor e vontade de defender ou vencer aos seus adversários.
Tem é histórias a contar, mas o que mais o marcou, foi o respeito e admiração de todos, seja companheiro ou adversário, pela maneira cordial em que ele sempre traz estampado em sua fisionomia, pois é amigo dos amigos, sempre atento a tudo ao seu redor, dentro e fora dos gramados .
Gosta de ouvir e, principalmente, dançar um bom bolero. Falou em um churrasco é com ele mesmo, mesmo que o carvão ainda não tenha esquentado, está ele lá. Ama o seu SC Barroso e seu CR Vasco da Gama. Tem o Chico Tobias como o melhor técnico em que assistiu a desenvolver os trabalhos. Como craque de seu tempo, Florentino Manhães, o popular Moreno. Joel Almada Amorim o melhor dos árbitros entre outros. O senhor Antonio Feliciano um dos baluartes dirigentes. A partida inesquecível que guarda em sua memória foi a realizada em 6 de setembro de 1956, com resultado SC Benfica 1 x 0 SC Barroso, onde realizou sua melhor performance.
Solicitado a escalar sua seleção da época, afirmou: Otavio (Tata), Dirceu, Moreno, Tião, Vantuil, Dilson Piru, Ademar, Carne Seca, Jasiel, Wilson Pina e Og.