2012 e a Civilização Maia
por Marilda VivasPelo sim, pelo não...
Antes de possíveis ETs aqui aportarem há uma luta a ser travada contra os terráqueos que nada entendem do que é ser Vereador. Isso porque, um pouco antes da data maia, mais precisamente em 07/10, teremos eleições municipais. Eleições para as quais já devemos nos preparar entendendo de vez que ao povo interessa muito mais quem ele coloca na Câmara do que na Prefeitura. É na Câmara que construímos nosso abrigo político. Solidamente fincada na Terra, as Câmaras Municipais foram criadas para criar leis que beneficiem o povo e para fiscalizar a administração executada pelo Prefeito. Em instituições sólidas são claras as diretrizes a quem devem servir. Decididamente, não são locais para aqueles que buscam emprego fácil e farto em benesses. Infelizmente, nenhum de nós está isento de cometer erros na hora da escolha. Por isso, cada eleição deve ser encarada com um olhar renovador. Um ato forjado na oportunidade de se fazer diferente. Não se pode admitir que ainda se pense a Prefeitura e a Câmara como sendo Casa Grande, onde cada uma tem o seu senhor. E, o que é pior, achar natural que cada senhor possa trabalhar com destreza tanto em uma, quanto em outra propriedade, sem que isso nos cause (a nós e a eles) qualquer incômodo de consciência. É como eu penso. E digo isso com base no que vi e ouvi nas duas últimas sessões da Câmara valenciana, em dezembro passado. Sem nenhum pudor, a base do governo se coloca abertamente contra a categoria dos profissionais de educação da rede municipal, negando-lhes o voto. Já não há mais pudor por parte dos vereadores que apoiam o Executivo. Capitão manda, marinheiro faz.
Vale Lembrar
Que a Humanidade jamais pensou em termos de igualdade entre senhor e servo. O servo sempre trabalhou a terra, manejado pelo senhor.
Macacos
Dias de chuva ou você os preenchem com leituras e trabalho ou se distrai vendo programas educativos na TV como foi o caso de um dado documentário no qual foi narrada a história de como os indianos capturam macacos. Segundo a história, o caçador pega um coco, onde ele abre um buraco suficientemente grande para que nele o macaco enfie a mão vazia. Dentro colocam torrões de açúcar. Depois, prendem o coco a uma árvore e esperam. O macaco mete a mão no coco e agarra os torrões, tentando puxá-los em seguida. Mas o buraco não é bastante grande para que nele passe a mão fechada. Levado pela ambição e gula, o macaco prefere ficar preso a soltar o açúcar, quando então é capturado. São as malícias que a vida às vezes não ensina.
Agradecimento
Agradeço as manifestações recebidas por ocasião das festas de fim de ano. Particularmente, me remeto a duas amigas de longa data cuja solidariedade e desprendimento inúmeras vezes demonstrado me preenchem de conforto e esperança.
