Na quinta-feira (dia 9 de junho), os profissionais
de educação, irão se unir aos bombeiros do Rio de Janeiro e fazer um ato nas
escadarias da Alerj, a partir das 16h, para pressionar os deputados estaduais a
intercederem junto ao governo do estado, com objetivo de reabrir as negociações
em torno das reivindicações das duas categorias. Na sexta-feira, a partir das
13h, o Sepe, bombeiros e outras categorias do funcionalismo estadual farão uma
passeata da Candelária até a Alerj. No domingo, novamente os
profissionais de educação, bombeiros e servidores do estado farão uma passeata
na Avenida Atlântica, com concentração a partir das 10h, na esquina da Avenida
Princesa Isabel com Avenida Atlântica.
A próxima assembléia da rede
estadual será realizada na terça-feira (dia 14 de julho) no Clube Municipal na
Tijuca, a partir das 14h. Neste encontro, a categoria irá decidir os rumos da
greve.
A categoria reivindica do governador Sérgio Cabral o
seguinte:
1) um reajuste emergencial de 26%;
2) a incorporação
imediata da totalidade da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar
somente em 2015);
3) o descongelamento do Plano de Carreira dos
Funcionários Administrativos da educação estadual, entre outras
reivindicações.
Muitos motivos para deflagar uma greve:
• Esse plano de metas
absurdo; • O parcelamento do Nova Escola; • Salário miserável de R$
681,00; • Necessidade de trabalhar em 4 escolas para completar a
matrícula; • Currículo mínino; • Matriz curricular empobrecida; • Ralo
de dinheiro com a terceirização; • Falta de técnicos e profissionais na
escola (OE, Coordenação, inspetores de alunos); • O bônus formação apenas
para professores de português e matemática; • Ameaça de meter a mão,
novamente, em nosso Plano de Carreira; • Turmas superlotadas; • Cobrança
desesperada dos diretores (estimulados com aumentos anuais e apavorados em
perder a gratificação); • Conexão que é uma lerdeza só; • Descaso com os
profissionais aposentados (não veem uma moedinha das esmolas oferecidas); •
Enquadramentos congelados; • Falta de devolução do valor descontado indevido
do Nova Escola e GLP (por anos); • Falta de concurso público para pessoal de
apoio; • Plano de Cargos, Carreiras e Salários engavetado dos profissionais
de apoio; • 22 escolas fechadas no Rio;
Veja o calendário da
greve na rede estadual:
dias 8 e 9 de junho -
reuniões nas escolas com a comunidade escolar para que a categoria explique os
motivos da greve;
dia 10 de junho (sexta-feira): Capital
e Grande Rio: ato na Alerj, em conjunto com bombeiros e outros segmentos do
serviço público estadual, a partir das 16, para pressionar os deputados a
intercederem para que o governo abra negociações;
dia 11
de junho (sábado): panfletagens descentralizadas de núcleos e regionais na parte
da manhã, explicando os motivos da greve para a
população;
dia 12 de junho (domingo): às 10h, esquina da
AVenida Princesa Isabel com Atlântica: concentração para uma passeta conjunta
com bombeiros e demais segmentos do funcionalismo até o Posto
6.
dia 13 de junho (segunda-feira): Assembléias locais
em núcleos e regionais;
dia 14 de junho (terça-feira):
Assembléia geral da rede estadual, às 14h, no Clube Municipal (Rua Haddock Lobo
359 - tijuca) para decidir os rumos da greve
Assembleia em Valença, Hoje, quarta (8/6),
17:30, NO PAVILHÃO LEONI DA CATEDRAL
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