por Gabriel Moreira
A indignação motiva reação – Os últimos fatos acontecidos em Pentagna quando autorizados pela Prefeitura estiveram no nosso distrito funcionários da empresa Locanty com a missão, infelizmente cumprida, de derrubar doze árvores que embelezavam a nossa praça principal, causaram uma enorme indignação em alguns dos mais representativos moradores e dentre eles podemos destacar Antônio Chaves - o Toninho - e Neumar Rodrigues como os mais abalados com a violência que o fato se revestiu. Numa primeira reação, Antônio Chaves, para exemplificar e ilustrar o título desta nota se mostrou disposto a definitivamente “jogar a toalha” com relação a participação em qualquer coisa que fosse realizada em Pentagna. Da mesma maneira, a frustração era clara na reação do Neumar caracterizada, inclusive, nos termos contundentes da sua última coluna no JL sob o título “Doze Árvores e Um Destino”. Tudo parecia conspirar contra Pentagna quando aconteceu uma providencial conversa entre os amigos citados, da qual participamos e que desaguou na próxima eleição para a Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo do nosso Esporte Clube Rio Bonito que acontecerá neste mês de agosto, quando ficou acertado que provavelmente teremos uma dobradinha Toninho/Neumar na condução dos destinos do nosso clube para os próximos dois anos. Se tudo der certo, como esperamos que aconteça, poderemos esperar uma administração dinâmica e cheia de novidades. Em boa hora a indignação inicial deu lugar a um natural sentido de reação, muito própria daquelas pessoas que mesmo não sendo valencianos de nascimento o são de coração, refutando com ações a classificação que alguns derrotistas lamentavelmente ainda existentes em nosso meio que teimam em classificar-nos, sim, classificar-nos, porque eu também estou nesse meio, como “forasteiros” e outros adjetivos similares. Somos forasteiros sim, mas nos dedicamos diuturnamente em honrar e dignificar a nossa condição de valenciano de coração e em boa hora, os nosso amigos Toninho e Neumar ergueram a bandeira da reação e agora, desculpem os incrédulos, ninguém vai segurá-los. Campo Dia do Agricultor. “No último dia 28 de julho comemorou-se o dia do agricultor, data que foi escolhida pelo presidente da República Juscelino Kubitschek de Oliveira ao assinar o decreto 48.630 para homenagear aquele homem e aquela mulher que chovendo ou fazendo sol, se dedicam à produção de grãos de norte a sul e de oeste a leste para alimentar a população urbana e ainda ajudar na exportação, trazendo divisas para o Brasil. Quando o tempo ajuda, há uma boa colheita, mas muitas vezes o preço do produto fica aquém da expectativa e sempre há um desembolso maior no plantio seguinte, na aquisição da semente, dos insumos, o calcário custa mais caro porque o combustível sempre está em alta e as nossas rodovias sempre estão em péssimas condições, mas ele sempre está esperançoso de melhores dias. Suas estradas estão sempre péssimas, um problema que cada vez se agrava mais, pois muitas prefeituras não têm maquinários para deixar as estradas em condições de escoamento, vide o caso do nosso município. O agricultor, além de plantar com dificuldade, tem mais um ônus. Sozinho mantém as estradas vicinais, até reformando pontes, pois muitas delas são antigas e de madeira, verdadeiras pinguelas.” Estes parágrafos foram transcritos de um recente artigo a propósito da data que deveria ser comemorada em todo o Brasil o que, lamentavelmente, não aconteceu e é de autoria de José Tibiriçá Martins Ferreira, advogado e pequeno produtor rural da cidade de Dourados (MS), mas que, entretanto, retrata muito e situação em que vivemos em Valença, por décadas e décadas de quase completo abandono. Registramos o acontecimento e cumprimentamos a todos que de sol a sol teimam em trabalhar a terra para nos proporcionar a vida em todos os seus sentidos. Parabéns agricultor valenciano pelo seu esquecido dia. Esporte Aleluia! Aleluia! Bonsuça campeão da 2º divisão do futebol profissional do RJ. É muita emoção revermos o nosso time na primeirona do próximo ano. Valeu Bonsucesso.