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Professores estaduais se manifestam

Greve continua por tempo indeterminado

por Giovanni Nogueira
Sem aula, alunos jogam bola no adro  da catedral (Foto: Giovanni Nogueira)
Os profissionais da educação pública do estado do Rio de Janeiro estão em greve desde terça-feira, dia 7 de junho. “A deflagração da greve é ato coletivo, mas a adesão é individual, não podemos obrigar todos os professores a pararem” diz o professor Alexandre Fonseca que continua. “Esta greve não é parcial. É total com lançamento do código de greve. E acrescenta que os professores em greve não estão dando aulas”.
Entre as revindicações estão reajuste emergencial de vinte e seis por cento (para minimizar uma perda acumulada de mais de sessenta por cento nos últimos dez anos). Incorporação imediata da gratificação oriunda do Programa Nova Escola, regularização do plano de carreira dos funcionários administrativos, eleições diretas para direção das escolas, fim da imposição sobre o lançamento das notas na internet - por se tratar função triplicada, uma vez que já lançaram no diário e no fitilho entregue às secretarias - entre outras reivindicações.
Na última terça-feira, houve assembleia no Rio, em que se decidiu pela continuação da greve já que o governo não acenou com nenhuma contraproposta às reivindicações. A assembleia estimou que a mobilização já atingiu 70% dos profissionais em todo o estado. Na sexta-feira, dia 17, a categoria realiza uma passeata até a sede da Secretaria Estadual de Planejamento (Seplag), às 10h. A próxima assembleia será segunda-feira, dia 20, às 14h, em local a confirmar – o sindicato espera que o governo faça uma contraproposta até esta data. Continue lendo no Jornal Local.