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O amor pelos bichos!

Até que ponto a relação entre pessoas e animais faz bem a saúde mental?

por Natália Braga – estagiária JL
Eles precisam de você (Foto: Arquivo pessoal)
Desde há muito tempo, as pessoas estabelecem uma relação afetiva com animais de estimação. Atualmente, os laços estão cada vez mais fortes e os “bichinhos” estão conquistando e garantindo um lugar especial nas famílias. Para especialistas, essa relação entre pessoas e animais faz bem à saúde mental, desde que haja um equilíbrio.
A comerciante Maria Carolina de Oliveira, por exemplo, ganhou um poodle e colocou nome e até sobrenome. “A Lili se chama Lilibeth Monteiro de Carvalho: já que eu não tenho um nome chique, minha cachorra pode ter!”, afirma. A relação que Maria Carolina tem com Lili é quase de mãe e filha. Segundo ela, sempre leva a cadela para passear no seu lugar favorito: o Jardim de Baixo. Outro fato curioso da Lili é que ela tem um guarda-roupa de verão e outro inverno, sem contar os diversos acessórios, como lacinhos e coleiras de várias cores.
A esteticista Valéria Guimarães também tem um poodle chamada Brisa, ela tem seis anos e já é considerada um membro da família. “A Brisa tem banheiro próprio, cama, travesseiro e seus brinquedinhos”, descreve a proprietária. Para ela, a presença da Brisa complementa o vazio de não ter filhos e é uma companhia indispensável no dia a dia. Além de cuidar da sua própria cadela, Valéria ajuda, todos os dias, os cachorros de rua com ração e água. “Acho um crime as pessoas que abandonam e maltratam os cachorros”, lamenta.
Outra protetora dos animais é a professora Márcia Amaral, que além de cachorros, tem gatos, todos tratados com atenção, carinho e muito cuidado. “A relação que eu tenho com meus bichos é de amor: trabalho para eles e vivo por eles”, diz. Assim como Valéria, Márcia ajuda os animais de rua com a ONG “SOS CÃO”, hoje localizada no bairro João Bonito. Continue lendo no Jornal Local.