Bombeiros resgatam albatroz no Centro
por Redação
Chegando ao local, os bombeiros sargentos De Assis, Marquês, Armando e Castello Branco, constataram o fato e começaram o resgate da ave, que se debatia muito, dando um pouco de trabalho. Os bombeiros conseguiram soltar o animal e o colocaram em uma gaiola. No fechamento desta edição, o cabo BM Cristiano informou que a ave foi entregue aos cuidados do professor da Faculdade de Veterinária, Álvaro Alberto Moura Sá dos Passos, que iria tratar da ave e, posteriormente, encaminhá-la para um dos setores responsáveis, como o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), em Seropédica, no Rio de Janeiro.
Segundo informações do sargento De Assis, a ave se parecia muito com um albatroz e deve ter perdido sua rota. A reportagem teve informações de populares de que a ave já sobrevoava o centro da cidade pelo menos há uns dois dias, chegando a, até mesmo, dar voos rasantes. Os albatrozes apresentam um voo muito majestoso. Há várias espécies de albatrozes, a maioria do hemisfério Sul. Elas são as maiores aves oceânicas, com envergadura superior a um metro e comprimento de 75 cm.
A alimentação dessas aves marinhas é constituída de peixes e lulas, que pescam na superfície da água, pois não mergulham. Os albatrozes são aves que vivem especialmente no mar, sendo que só vão a terra para procriar, ou seja, nas épocas de reprodução e é uma das poucas aves que morrem de velhice (o albatroz real chega a viver 33 anos). Nas muitas capturas do Corpo de Bombeiros em Valença, uma delas que chamou muito a atenção foi de um jacaré de 1,5 metros, no bairro Vale Verde, que estava nos fundos de uma residência (2009). Na época, o réptil foi conduzido para o hospital veterinário e, em seguida, solto no Parque Natural Municipal do Açude da Concórdia.
