Família do menino Yago faz manifesto na delegacia
por Redação
O garoto desapareceu na tarde do dia 12 de dezembro do ano passado, quando brincava em um balanço do sítio. Na época, seu corpo foi encontrado na manhã do dia seguinte, boiando na piscina do local. O laudo do Instituto Médico Legal (IML), de Barra do Piraí, apontou que a causa da morte de Yago foi afogamento e não contatou sinais de violência física ou sexual na vítima.
Os pais do menino, o mecânico Marcelo Leite Francisco, de 35 anos, e Josiane Martins Lima Pereira Francisco, de 33, estavam na piscina. Eles vigiavam o garoto no balanço, quando o filho desapareceu. Segundo a mãe, desde o sumiço do menino, policiais e bombeiros estiveram no local e vistoriaram toda a área, inclusive, a piscina, e nada foi encontrado. O casal alegou ter vídeos em aparelhos celulares, que mostram que a água estava limpa e, não turva.
O advogado da família, Paulo César, falou a reportagem do Jornal Local que a família só quer justiça e espera que os culpados sejam punidos. Em suas palavras, os culpados não podem ficar impunes. Ainda segundo informações do advogado, o delegado titular da 91ª Delegacia, Jorge Campos, fez um relatório de investigação e encaminhou ao Ministério Público, onde foi pedido para que, novamente, as testemunhas fossem ouvidas. O advogado diz acreditar no trabalho do delegado Jorge Campos, que tem quarenta anos de polícia e é um exemplar profissional e que, portanto, buscará a verdade do fato.
Marcelo disse não acreditar que seu filho tenha morrido acidentalmente, principalmente, que ele jamais entraria na piscina sozinho. Joviana, por sua vez, acusou morador vizinho, que teria impedido a polícia e os bombeiros de procurarem em sua propriedade e, até mesmo, chegara a desacatar os militares, dizendo que tinha uma arma de fogo. O caso todo ainda está sob investigação.
