“A luz do céu de Valença”
por MimaEntão acordei nesta manhã, com uma frase na cabeça. Sou saudosista, apaixonada por uma instituição chamada família. E acho que isso aconteceu porque andei levando umas cipuadas estes dias atrás, derramei rios de lágrimas (tão dramática), mas contando parece pouco... Nem quero contar, talvez nem deva, mas a causa eu posso sim, tudo porque ganhei um presente, um computador portátil, pra facilitar minha vida, meus estudos, agilizar a preparação dessa coluna... Enfim, apanhei de chicote afiado, porque nem todos sabem o que é amor entre familiares. E tenho dito! Deixa pra lá!
Bom, demorei me lembrar de onde vinha à frase que não me saía da cabeça, juro, porque pra quem nasceu e estudou por aqui, deve saber de onde vem, mas eu me lembrava da musiquinha que acompanhava esta frase, que meu pai nem sabia cantar, então inventava (bom “inventador” que era, pra fazer brincadeiras conosco, as filhas). Um desafio pra quem sabe de onde vem... “a luz do céu de Valença”. Claro, fácil, todos sabem, primeira estrofe do estribilho, que me parece do refrão do hino de Valença. Estou errada? Então fui procurar a letra e me espantei, com partes tão claras, outras tão complicadas. E que me desculpem os que acharem pouco apropriado tentar esmiuçar o que pouco conheço, mas o faço pela propriedade da afinidade. Porque quando se diz alguns trechos, o bacana seria, que a prática fosse constante, por todos, de ensinamentos e afirmações tão interessantes. Por exemplo: “porque, longe de selvagem, seu roteiro enche de luz!”... E às vezes alguns de nós, seres humanos, habitantes não só deste pedacinho de céu, como é conhecida Conservatória, mas de toda dona Valença, parecemos animais, e não levamos luz ao nosso próximo. “Sê modesta, mas altiva / a lutar sempre de pé, / que o progresso se cultiva / com Verdade, Amor e Fé!”. Verdade, amor e fé... boa!
E falo por nós. Que seja sob esta luz, do céu de Valença, que nosso Distrito, direcione, sem arrogância, seus refletores de luzes, em direção a todo Município, a fim de que todos possam ganhar igualmente. Analogias a parte, partilhar é bom demais! E me aproprio, a meu modo, das últimas linhas do nosso hino: ser filha tua, que honra imensa / ó minha Terra Adotiva!
